o que é pompoar

Quem visita sex shops ou gostar de ler assuntos relacionados ao sexo, já deve ter ouvido falar no pompoarismo. A palavra tem uma sonoridade tão interessante quando a prática da técnica que consiste em controlar a contração e o relaxamento da musculatura vaginal.

A arte de pompoar, como é chamada pelos profissionais que trabalham em sex shop, é bastante antiga e possibilita o aumento do prazer sexual.

Além da melhora no desempenho sexual, Nadja Dulce Agra, do sex shop Doce Desejo, conta outro benefício do exercício. “Os homens adoram! Além disso, servem para ajudar no controle da incontinência urinária e também ajuda no pós parto”, revela.

O pompoarismo é uma antiga técnica oriental, derivada do tantra, que consiste na contração e relaxamento dos músculos circunvaginais, buscando como resultado o prazer sexual.[1] Para o domínio da técnica são realizados com o auxílio dos ben-wa, que consistem em pequenas bolas ligadas através de um cordão de nylon ou silicone, conhecidas também como bolinhas tailandesas (no caso das mulheres), e na contração na musculatura no esfíncter e dos músculos do períneo (no caso dos homens). Afirma-se ainda que o pompoarismo pode ser benéfico contra incontinência urinária e na preparação do canal para partos mais fáceis.[2]

O pompoar, no caso dos homens, está relacionado a levantar pequenos pesos, contraindo a musculatura do pênis a fim de obter melhores resultados sexuais.

O Pompoarismo Masculino consiste em movimentos com a musculatura do pubococcígeo do homem, além de movimentação voluntária através de diversas técnicas e conhecimentos para fortalecer o esfíncter, períneo e toda musculatura eretora do pênis – a técnica desenvolve maior circulação da área pélvica, melhorando a performance sexual, e consequentemente a potência e o prazer do homem, além de proporcionar mais prazer e satisfação a mulher.

Confira os benefícios do Pompoarismo
– Fortalece os músculos vaginais aumentando o prazer sexual do casal.

– Regula os hormônios, pois ativa a circulação da área pélvica.

– Conserva por mais tempo a libido das pessoas que praticam os exercícios regularmente.

– Ajuda no tratamento de frigidez.

– Auxilia e previne problema de incontinência urinária, queda do útero, bexiga, flacidez vaginal.

– Proporciona orgasmos mais intensos.

– Dá maior mobilidade aos quadris e a área pélvica.

– Melhora a performance da mulher na cama.

– Eleva a auto-estima, pois você se sente mais segura e poderosa.

– As praticantes do pompoarismo ficam sexualmente mais preparadas, melhorando sua intimidade.

– Mulheres que têm parceiros com ejaculação precoce podem utilizar o pompoarismo para amenizar e, junto com a terapia, superar o problema.

A técnica consiste numa série de exercícios que trabalham os três anéis musculares da vagina. O anel da entrada da vagina que possui musculatura mais forte, o anel do meio e o terceiro anel que é o mais interno e se localiza próximo ao colo do útero.

Os exercícios executam contrações e relaxamento dos músculos vaginais. A respiração é muito importante.

Desenvolver e controlar a musculatura vaginal possibilita que a mulher faça movimentos que muitas nem imaginam que seja possível. Desde os mais simples como “sugar” até mais avançados como segurar a ejaculação de seu parceiro. “O movimento se chama estrangulamento. Com a vagina a mulher consegue segurar a ejaculação do homem. Outro exemplo de como o pompoar pode mudar a atividade sexual, é o poder que a mulher adquire de massagear o pênis do homem. Se torna possível fazer os movimentos necessários para a relação sexual sem mexer o corpo, somente com a vagina.”

Outro ponto de destaque lembrado por Lu tem a ver com o orgasmo, já que muitas mulheres conseguem apenas chegar ao orgasmo clitoriano. “Aprendendo a mexer e conhecer a vagina, a mulher consegue o orgasmo vaginal, que vem de dentro para fora.”

Apesar de ensinar técnicas que aumentam o prazer, Lu conta que começou a se aprofundar na arte porque tinha muita infecção urinária. Ou seja, essa é a prova de que além da questão sexual, o pompoarismo serve para solução de problemas de saúde.

Exercícios que garantem saúde

O pompoar, por estimular e dar força aos músculos da vagina, traz também benefícios para a saúde da mulher. A ginecologista e obstetra, diretora da Plena Clínica, Denise Gomes, explica que “o pompoarismo é utilizado para prevenir e tratar a flacidez genital, a incontinência urinária e a queda da bexiga, pois o fortalecimento da musculatura pélvica está intimamente ligado ao controle total e continência da região.”

Para mulheres grávidas, que desejam realizar um parto normal, o pompoarismo pode ajuda-las a ter o controle sobre a prensa pélvica, muito importante para o parto vaginal. “A técnica auxilia também na recuperação desta musculatura pós-parto e na prevenção da flacidez genital, que muitas vezes verificamos após estes procedimentos”, explica Denise.

As duas profissionais concordam que não há limitações para a prática do pompoarismo. Qualquer mulher pode aprender os exercícios e se beneficiar dos resultados da prática. “Recomendo mais ainda para as mulheres que tiveram muitas gestações com partos normais e ainda àquelas que apresentam sinais de incontinência urinária”, alerta a ginecologista. Já Lu faz apenas uma ressalva quanto ao uso de acessórios na técnica: “Algumas mulheres têm problemas intrauterinos e não podem usar acessórios como bolinhas ou vibradores, por isso sempre aconselho às novas alunas a consultarem o seu ginecologista”, explica.

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icms fato gerador

icms fato gerador

O principal fato gerador para a incidência do ICMS é a circulação de mercadoria, mesmo que inicie-se no exterior. Além disso, o ICMS incide sobre serviços de telecomunicação e transporte intermunicipais e interestaduais.

O simples fato de a mercadoria sair do estabelecimento de contribuinte já caracteriza o fato gerador. Não importa se a venda se efetivou ou não, mas sim se ocorreu a circulação da mercadoria ; trata-se de uma situação de fato, não simplesmente de uma situação jurídica.

A prestação de serviço de transporte, no âmbito intermunicipal e interestadual também caracteriza o fato gerador, bem como a prestação do serviço de telecomunicação.

Destacamos sobre o tema as súmulas dos dois tribunais superiores, STF e STJ

Súmulas do Supremo Tribunal Federal

Súmula 536. São objetivamente imunes ao Imposto sobre a Circulação de Mercadorias os produtos industrializados, em geral, destinados à exportação, além de outros, com a mesma destinação, cuja isenção a lei determinar.

Súmula 572. No cálculo de ICM devido na saída de mercadorias para o exterior, não se incluem fretes pagos a terceiros, seguros e despesas de embarque.

Súmula 573. Não constitui fato gerador do ICM a saída física de máquinas, utensílios e implementos a título de comodato.

Súmula 660. Até a vigência da EC 33/2001, não incide ICMS na importação de bens por pessoa física ou jurídica que não contribuinte do imposto.

Súmula 661. Na entrada de mercadoria importado do exterior, é legítima a cobrança do ICMS por ocasião do desembaraço aduaneiro.Súmula 662. É legítima a incidência do ICMS na comercialização de exemplares de obras cinematográficas, gravadas em fitas de videocassete.

CONSULTA
1. O entendimento da Consulente está correto?
2. Estando a operação sujeita à incidência do ICMS, em qual momento deverá ocorrer a tributação? O imposto deve ser destacado na nota fiscal de simples remessa ou na nota fiscal de venda? O destaque do imposto nas duas situações caracteriza uma bitributação?
3. Mesmo que o cliente da Consulente não seja contribuinte do ICMS, ainda assim é possível aplicar os procedimentos relativos à venda à ordem?
4. Como proceder à emissão das notas fiscais? Como deve ser destacado o imposto e apurado o ICMS?

RESPOSTA
1. Inicialmente, esclareça-se que a Constituição Federal de 1988, em seu art. 155, inciso II, atribuiu aos Estados e ao Distrito Federal instituir o imposto sobre as operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação – ICMS.
Nesse sentido, o inciso I do art. 2º da Lei Complementar nº 87/96, ao tratar do fato gerador do imposto, estabeleceu que ele incida sobre as operações relativas à circulação de mercadorias, inclusive o fornecimento de alimentação e bebidas em bares, restaurantes e estabelecimentos similares.
Ressalte-se que a atividade da Consulente não se caracteriza como prestação de serviço constante da lista anexa à Lei Complementar nº 116/03, pois ela vende o produto acabado e, ainda que fabrique a mercadoria seguindo as especificações do cliente, todos os insumos utilizados no processo produtivo são de sua propriedade.
Note-se que o subitem 14.06 da lista anexa à Lei Complementar nº 116/03 aplica-se aos serviços de instalação e montagem de aparelhos, máquinas e equipamentos, inclusive montagem industrial, prestados ao usuário final, exclusivamente com material por ele fornecido, o que não é o caso.
Resta, portanto, caracterizada a figura jurídica da compra e venda, pela qual a Consulente se obriga a transferir o domínio de certa coisa, e o seu cliente, a pagar-lhe certo preço em dinheiro, nos termos do art. 481 da Lei nº 10.406/02 (Código Civil Brasileiro).

4. No preenchimento do documento fiscal, a Consulente deverá observar as disposições contidas nos arts. 1º a 17 da Parte 1 do Anexo V do RICMS/02.
Assim, caberá à Consulente emitir nota fiscal para acobertar a operação, utilizando o CFOP 5.101 ou 6.101 – “Venda de produção do estabelecimento”, conforme o caso, com destaque do ICMS, se devido, no momento da saída da mercadoria.
Saliente-se que na hipótese de operação tendo como destinatário pessoa não contribuinte do imposto, situada em Minas Gerais, poderá ser observado o disposto no art. 304-A da Parte 1 do Anexo IX do RICMS/02, que permite a entrega da mercadoria neste Estado em local diverso do endereço do destinatário. Nesse caso, no campo “Informações complementares” da nota fiscal devem constar a expressão “Entrega por ordem do destinatário” e o endereço do local de entrega.

É a lei material de cada ente político que cria o imposto previsto na Constituição, definindo o respectivo fato gerador. E a lei ordinária, ao definir o fato gerador do imposto, deve obediência à lei complementar. Não porque esta goza de superioridade eficacial, como proclamada por parcela da doutrina, mas, porque é de sua competência definir o fato gerador de impostos discriminados na Carta Magna.

Isso não quer dizer que a lei complementar deva sempre prevalecer sobre a lei ordinária. Se aquela estabeleceu uma restrição que a conceituação constitucional do imposto não admite, sua inconstitucionalidade poderá ser provocada pelo sujeito ativo do tributo. Se, ao contrário, ela estabeleceu uma ampliação do imposto em relação ao que foi outorgado pela Carta Política, caberá ao sujeito passivo questionar a norma da lei complementar.

Resumindo, ambas as leis, a complementar e a ordinária devem submissão diretamente à Constituição Federal, inexistindo hierarquia entre elas, nem a proclamada superioridade eficacial de uma sobre a outra, ao menos, em termos jurídicos. Do ponto de vista político, pode-se dizer que a lei complementar é mais representativa da sociedade, à medida em que foi aprovada pela maioria absoluta dos congressistas.

Pois bem, no caso, a Constituição, em seu art. 155, outorgou competência aos Estados e ao Distrito Federal para instituir imposto sobre:

‘II – operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação, ainda que as operações e as prestações se iniciem no exterior.’

“Art. 4º – Contribuinte é qualquer pessoa, física ou jurídica, que realize, com habitualidade ou em volume que caracterize intuito comercial, operações de circulação de mercadoria ou prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação, ainda que as operações e as prestações se iniciem no exterior.
Parágrafo único – É também contribuinte a pessoa física ou jurídica que, mesmo sem habitualidade ou intuito comercial:
I – importe mercadorias ou bens do exterior, qualquer que seja a sua finalidade;”

Assim, a Lei Complementar nº 87/96, em seu artigo 12 estabelece que se considera ocorrido o fato gerador do ICMS na importação, quando concretizado o desembaraço aduaneiro, ao mesmo tempo em que o art. 4º, par. único, inciso I, define que contribuinte é aquele que promove a importação, a qualquer título.

Portanto, de acordo com a CF e a Lei Complementar n. 87/96, o ICMS incidente sobre o fato jurídico “importação”, pressupõe o ingresso físico da mercadoria em território nacional, a qualquer título, devendo ser descartada a interpretação segundo a qual o “estabelecimento do destinatário da mercadoria, bem ou serviço” implique considerar que o sujeito passivo do imposto é aquele para quem foram remetidos os bens no mercado interno, como está ocorrendo em alguns Estados da Federação.

 

Para saber mais acesse: http://cursosonline24horas.com/cobranca-indevida-de-icms-na-conta-de-luz-2017/

 

facebook da dinheiro

facebook da dinheiro

A monetização ocorrerá igualmente como a do Youtube, sendo 55% dos rendimentos conquistados através das publicações dos vídeos pertencentes ao criador e o restante de 45% para a rede social.

Para conseguir ser remunerado pelo Facebook, os vídeos terão que aparecer em Suggested Videos, o que significa que não será tão simples para qualquer usuários conquistar um dinheiro com esse trabalho. Estes são os vídeos que aparecem logo abaixo de outros, exibidos pelos usuários.

Por ainda não saber que maneira será cobrado dos parceiros os rendimentos. O Facebook resolveu não cobrar por enquanto os anúncios dos anunciantes que usarão a novidade na rede social. No início, poucas pessoas que criam conteúdos em vídeos poderão utilizar a plataforma, e quem efetivamente se interessar pela novidade deverá solicitar parceria a rede social.

A nova plataforma de vídeos, com os anúncios, estará disponível para iOS em algumas semanas. Ass versões para web e Android serão disponibilizadas nos próximos meses.

O Facebook cresceu 75% as suas postagens com vídeos no ano de 2014, o que explica a nova aposta da plataforma.

Quanto o Facebook ganha com você?
Se o faturamento trimestral da rede social for dividido pelo número de usuários, chega-se a US$ 4,01 (R$ 12,54) — é o que cada usuário rende em média no período.
Se for feita uma projeção anual deste valor, o resultado será US$ 16,04 (R$ 50) – é o que o quanto cada um ajudou o Facebook a ganhar em 12 meses. Houve um aumento considerável em relação ao ano passado, quando esse valor era de US$ 11,88 (R$ 37,6).
O valor sobe à medida que cresce o número de usuários do Facebook. No entanto, o valor econômico dos usuários varia geograficamente, de acordo com o faturamento publicitário de cada região.

O Facebook deveria pagar aos usuários?
O gigantesco faturamento da rede social despertou a discussão sobre se o Facebook não deveria remunerar os usuários de alguma forma. Muitos acreditam que estes mereceriam uma compensação já que sua informação pessoal é vital para a venda de publicidade na rede.
“A maior inovação do Facebook não é a rede social, mas o fato de ter convencido as pessoas a darem muita informação em troca de quase nada”, explica Tim Wu, professor de direito da Universidade Columbia, em Nova York.
“Se fossemos inteligentes, pediríamos ao Facebook que nos pagasse”, disse Wu em entrevista à revista americana “The New Yorker”.

São Paulo – Essa semana, o Facebook divulgou a intenção de abrir um pedido de oferta pública de ações (IPO, na sigla em inglês). A ideia é levantar 5 bilhões de dólares na bolsa de valores de Wall Street. A quantia é uma meta preliminar e pode ser elevada nos próximos meses, de acordo com a demanda dos investidores. A empresa tem um valor de mercado sequer pensado para muitos pequenos empreendedores, que pode chegar a 100 bilhões de dólares.

No entanto, a rede social oferece chances de aumentar os lucros de outras empresas, como ocorreu com o Bar Brejas. Sabendo do tamanho da rede social, que conta com mais de 800 milhões de usuários ativos, 70 milhões deles no Brasil, o sócio Mauricio Beltramelli criou uma conta do negócio no Facebook.

Cuidados
Apesar de ter dado certo, a estratégia de avançar sem um plano definido pode ser perigosa, alerta a professora de marketing digital da ESPM Martha Gabriel. Segundo ela, quem não conta com profissionais especializados em marketing,deve se atentar às melhores formas de ganhar dinheiro usando a internet, sempre com um planejamento prévio. “Se for e-commerce, o tipo de ação deve ser diferente de quem desenvolve aplicativos, por exemplo”, explica Martha.

Como destacou Martha, uma mesma página pode ter áreas institucionais e com foco promocional, sem a necessidade de fazer várias páginas para cada coisa. Porém, é importante notar as características do negócio, as estratégias e a possibilidade. “Há cursos online gratuitos que mesmo os pequenos empresários devem fazer em situações em que não há uma pessoa responsável só por divulgação na rede”.

Há sites especializados em transformar a página da rede social em e-commerce. Uma delas é a Like Store, que começou a operar em agosto de 2011 e já tem mais de 3 mil lojas funcionado com seu aplicativo. Como explica o co-fundador e diretor do site, Gabriel Borges, é necessário seguir cinco passos simples, que não exigem nenhum tipo de conhecimento técnico do usuário.

O usuário precisa informar dados da loja, configurar uma conta no parceiro de pagamento, cadastrar os produtos, escolher o método de entrega e associar a página da Like Store à sua. A partir daí, já pode começar a vender seus serviços ou produtos pela rede social. Abrir a loja no Facebook não tem custos. “O lojista vai ter um desembolso apenas quando fizer uma venda, uma comissão de 2% em cima do produtos”, ressalta Borges.

Direcionar visitantes para o site

Se você possui um site/blog, ganhando por Adsense ou venda de afiliados, você pode trabalhar a sua página de Facebook para direcionar tráfego, com isso aumentará a sua lucratividade, seja através dos cliques em anúncio, captação de leads ou até mesmo vendas diretas no seu site.

Vender páginas

Existem casos de especialistas em marketing em redes sociais que desenvolvem páginas de determinados nichos e, após atingir o sucesso e alto número de fãs, vendem.

Cobrar por publicações

Esta é uma modalidade de ganho com Facebook mais comum do que se imagina. São milhares de pessoas que a fazem, seja em seu perfil pessoal ou página.

Sabe estas pessoas que tiram fotos com determinada roupa e colocam de onde comprou? É um exemplo de post patrocinado (cobrar por publicações).

Já em caso de páginas com muitos fãs, fazer uma publicação sobre determinada marca ou produto pode render um bom dinheiro.

Feito isso, é o momento de captar fãs.

Procure por conteúdos com alto potencial de compartilhamento relacionados ao seu nicho/página. Uma boa dica é procurar por ferramentas que fazem este trabalho.

Estas ferramentas irão vasculhar e monitorar as publicações em redes sociais que tiveram um bom índice de curtidas e compartilhamentos, acusando para você ou publicando diretamente na sua fanpage.

Também, mantenha-se sempre atento, é importante fazer publicações com frequência e instigar a interatividade dos usuários com a sua página.

 

Para saber mais acesse: http://cursosonline24horas.com/curso-desafio-3k-2-0/